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Produtora cultural, aprendiz de escritora e fotógrafa, devoradora de livros e chocolates, "fazedora" e mantenedora de amigos.

domingo, 28 de março de 2010

O Dia da amiga

Dias em que nos encontramos e matamos saudades dos velhos tempos, de dez, quinze anos atrás, onde bebemos, comemos, rimos de nada, rimos de tudo, nos vemos a sós, sem “nossos” homens, filhos, sobrinhos, pais e mães para nos preocupar e nos censurar.

Dias em que nos vemos livres das travas que os anos e a idade nos exigem que criemos, sem as seriedades que a sociedade nos impõe que tenhamos, sem o bom comportamento e bom exemplo que nossos filhos, sobrinhos, afilhados, nos exigem.

Falamos, falamos e falamos, e rimos muito, fazemos caretas, nos abraçamos, nos contamos segredos e dizemos verdades, desabafamos, gargalhamos umas das outras, umas com as outras, umas contra as outras.

Tiramos fotos secretas, que apenas nós podemos ver, mostramos coisas secretas, que apenas nós podemos saber, dizemos coisas absurdas, que apenas nós podemos ouvir.

E gargalhamos de tudo isso.

E quando finalmente acaba a noite, voltamos para nossas casas, com as bochechas coradas e doendo, com o coração pulsando e cheio de afeto e carinho por aquelas pessoas que há tanto tempo fazem parte de nossas vidas. Que podem sumir por um tempo, podem estar ocupadas demais com suas vidas, com seus trabalhos, filhos, maridos, com seus novos amigos, mas que volta e meia nos dão um telefonema rápido e gostoso, e estarão presentes nos momentos importantes, nos momentos em que realmente precisarmos.

E o mais importante de tudo, podemos sempre contar com elas!

Um comentário:

mary disse...

Simplesmente ...lindo.........você consegue com palavras definir exatamente os sentimentos compartilhados em nossos encontros.....ADORO esses momentos.............vamos marcar?kkkkkkkkkkk....essa frase tem que ser substituída por..... "- o dia da amiga é dia .....no local......".Teamo.......beijos.